quarta-feira, setembro 29, 2004
Antes do Previsto
Chelsea FC
O jogo não vai ser fácil. Mas, e como bem lembrou Pinto da Costa, o Porto é que é o campeão da Europa. Como tal, é desígnio da equipa trazer de Londres um resultado positivo. Mourinho, o grande treinador, que nos perdoe. E que ponha de parte os seus alegados affaires e vinganças. Amanhã o que se decide é apenas um importante jogo da Liga dos Campeões. E mais uns milhares...
segunda-feira, setembro 27, 2004
Alguma Justiça
A presente jornada da Superliga veio trazer alguma justiça à tabela classificativa. O Porto lá quebrou o enguiço e conseguiu ganhar; o Sporting provou que não é equipa para ser campeã; e o Benfica deu uma demonstração do seu real valor, que é pequeno. Neste caso, e não fora o Braga ter perdido toda a garra que havia demonstrado frente ao Porto, e o Benfica sairia derrotado sem apelo nem agravo.Já agora, e ainda relativo ao jogo do benfica, não sei se mais alguém reparou no que acho ser sintomático da conjuntura dos actuais árbitros. Há um golo (limpo) anulado ao João Tomás em que este vê amarelo (e bem) por ter rematado depois do apito. No lance imediato, há uma falta sobre o jogador do Braga que o árbitro assinala e, já bem depois do apito, o Petit, esse bronco-futebolista, atira a bola para a bancada perante a completa passividade do árbitro. Confesso que, na alteura, fiquei baralhado. É que, das duas uma: ou sou eu ou é o árbitro que é esquizofrénico. E tenho impressão que não sou eu...
quarta-feira, setembro 22, 2004
Inacreditável
Esta tragicomédia que se desenrolou nos últimos dias, ou semanas, em volta da colocação dos professores não tem paralelo. Não fosse o drama que isto confere à vida de tantos milhares de pessoas e seria considerado como a anedota do ano.
Afinal, que raio de sistema informático é esse? Obrigar a fazer a colocação manual? Não posso compreender esta história de ficar o mundo da educação refém de um reles sistema informático. Vamos a ver se agora é mesmo até dia 30...
segunda-feira, setembro 13, 2004
Agora a Coreia
SCUT - o fim da injustiça
Ora, não sou tão obtuso que não perceba que todos beneficiamos quando transportes de mercadorias ou turistas circulam pelas nossas estradas. Mas, terei eu que custear exactamente na mesma medida que os beneficiários directos do serviço? Penso que não.
O primeiro-ministro está a actuar nessa área e promete que vai acabar pelo menos com algumas das actuais SCUT. Quanto a mim, entendo que será uma medida de justiça social.
Jornada aziaga
Enfim, vamos todos pensar que estas tristes cenas são apenas fruto do início de época. E, em vez de repararmos no resto, vamos todos visionar, vezes sem conta, o golão do Maniche.
segunda-feira, setembro 06, 2004
Aborto ao Largo

É claro que os órgãos de comunicação social viram nisto uma excelente oportunidade para vender papel e para ocupar espaço de telejornal. Deu-se tempo de antena privilegiado a tudo quanto eram activistas pró-aborto e fez-se crer que os nossos governantes eram obtusos defensores do conservadorismo bolorento.
Pois bem, será algum crime afirmar a soberania do nosso país face a entidades que pedem para cá vir com o único propósito de afrontar o nosso complexo legal aprovado pela Assembleia da República e legitimado em referendo? Não teremos nós o direito de negar que venham a território português angariar "clientes" para práticas que nós consideramos crime? Não teremos legitimidade para desconfiar de quem diz, no já referido site, que "Portugal é um país retrógrado que persegue e castiga severamente as mulheres que abortam"?
Por mim, não tenho quaisquer dúvidas de que quem decidiu, o fez depressa e bem. Nem sequer está em causa a minha posição sobre o aborto - não concordo que se criminalizem as mulheres que abortem, mas também não aceito que se utilize a Interrupção Voluntária da Gravidez como meio contraceptivo.
O barco veio para dar a tomar pílulas abortivas. E sendo assim, até encerra uma contradição em si. A organização defende que se deve legalizar o aborto para que as mulheres o façam com higiene e cuidados de saúde apropriados. E agora pergunto, que cuidados de saúde iria ter uma mulher que se deslocasse a alto mar para abortar? Ao que se sabe, teria que se deslocar a bordo do Borndiep, pelo menos, 2 vezes fazendo 4 penosas viagens. E se algo corresse mal? A quanto minutos, ou horas, ficaria o hospital mais próximo?
É claro que argumentam que a vinda do barco não serve só para promover a prática do aborto, mas antes e em primeiro lugar para fomentar a discussão pública sobre o tema. Pergunto eu: quem já se sentiu, no nosso país, diminuído na capacidade de promover e debater sobre este ou qualquer outro tema de interesse nacional? Ou seja, eles vieram de barco porque só assim poderiam alcançar a faculdade de, em águas internacionais, se vincularem à lei vigente no país do pavilhão do barco, neste caso, a Holanda.
Um outro aspecto a registar é o aproveitamento, nuns casos mais sério do que noutros, que os partidos políticos da oposição tentaram fazer da situação. Chegaram mesmo ao ponto de pagar €750 (cerca de 150 contos) por pessoa para visitarem o famoso barco. É claro que, ao pagarem também a viagem aos tão neutros jornalistas, sempre aproveitavam para fazer conferências de imprensa onde proclamavam a necessidade de se avançar para as vias judiciais no sentido de contrariar a decisão do governo. Muito eu gostaria de ver as respectivas caras ao saberem da declaração do Ministro dos Negócios Estrangeiros holandês que declarava como legal e normal que Portugal não deixasse entrar o barco.Enfim, a montanha terá parido (porque o não abortou) um rato.
sexta-feira, setembro 03, 2004
Inacreditável

quarta-feira, setembro 01, 2004
O Craque
